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quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Publicado em 11/12/2013
Por Diego Cabral, Cristiano Giovanni e Rafael Silveira, da Vertentes Agência de Notícias

O Nacional se sagrou campeão da Taça Tricentenária, neste domingo (8), após um jogo difícil contra o Minas. A partida aconteceu no Estádio Paulo Campos e contou com um bom público.

As quase quatrocentas pessoas que compareceram ao jogo não se decepcionaram, pois puderam acompanhar uma grande partida. Mesmo com a vantagem de um gol conquistada no primeiro jogo, o time do Nacional começou avassalador e aos cinco minutos o centroavante Téo escorou cruzamento vindo da direita e abriu o placar para a equipe da Colônia.

Logo na sequência, Cicinho fez bela jogada pela direita e cruzou na medida para o atacante Édson que cabeceou sem chance para o goleiro Darby. Embora o início avassalador do Nacional desse a entender que o jogo seria fácil, a equipe do Minas não se deixou abater e ainda no primeiro tempo descontou com Ni, após cruzamento rasteiro de Daniel. E assim terminou a primeiro tempo.

Segundo tempo com empate e pressão do Minas

Após o intervalo, o treinador Luiz colocou o time para frente. Essa postura ofensiva obteve rápido resultado. O atacante Pedro recebeu bola dentro da área e sofreu pênalti. Roger foi para a batida e igualou o placar, dando esperança para o Leão da Biquinha. Com o empate o Minas permaneceu pressionando, mas o ataque não aproveitou as boas chances criadas.

Nacional suporta a pressão e define a Taça

Após o bom momento do Minas no segundo tempo, a equipe do Nacional conseguiu reassumir a vantagem no marcador, mais uma vez explorando a velocidade de Édson, que fez bela jogada e cruzou forte pra área encontrando Téo que, bem posicionado, bateu de esquerda para o fundo do gol. Em seguida, o mesmo Téo fez cruzamento pra área, o zagueiro do Minas afastou mal e Cicinho aproveitou para acertar chute de rara felicidade no ângulo, fechando a bela campanha do Nacional.

No pós jogo o treinadores falaram sobre a partida. Para o treinador Luiz, do Minas o início ruim determinou sua derrota. "Tomamos dois gols com 11 minutos de jogo, então você tem que correr atrás, aí você desgasta muito fisicamente. Nós conseguimos empatar em 2 a 2 e tomamos o terceiro gol logo em seguida (...) Futebol é assim mesmo, o time deles mereceu, jogaram muito bem. Agora é partir pra próxima", finaliza.

O treinador do Nacional, Fábio Ernesto, em clima de festa, declarou: "Primeiramente agradecer a Deus por esse título, à toda a diretoria e a todos os patrocinadores do Nacional que apoiaram a gente do começo ao fim. Agora é comemorar hoje, temos que comemorar muito".

Título, artilheiro e melhor ataque

A campanha do Nacional foi irretocável. Além do título, a equipe terminou a Taça com o melhor ataque, com 19 gols, e ainda o artilheiro do campeonato, o centroavante Téo, com 6 gols. O goleador da Taça ressaltou a importância do seu feito: "É muito importante pra mim, que nasci aqui, fui criado aqui, cresci aqui dentro desse bairro. Isso aqui não tem preço". Outro ponto forte da equipe foi a ofensividade do seu lado direito, com a parceria entre o lateral Cicinho e o rápido atacante Édson.

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